Desnecessárias seriam as palavras. Agora, onomatopéias de prazer definem um ritmo que intensifica o ser único. Limites físicos incomodam. A dualidade sufoca: precisam ser um. A mão áspera e forte percorre a pele úmida por suor e chuva. O mais belo contraste: a aspereza e o macio. O fogo e a brisa. Eles.

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